Para o BNDES, investir em floresta vale mais que especular com Petrobras

Para Marcelo Serfaty, presidente do conselho do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), não existe apenas capital físico e humano, há o capital socioambiental. Em visita à redação da EXAME nesta terça-feira, 15, Serfaty repetiu o raciocínio utilizado por Gustavo Montezano, presidente da instituição, em conversa anterior com a reportagem.


Essa agenda tem grande aderência no BNDES. “Todo mundo aqui é adepto da educação, do meio ambiente e das pequenas e médias empresas (PME)”, diz Montezano. Os três temas formam uma espécie de tripé estratégico que deve sustentar o legado de ideias dessa administração. Montezano e Serfaty apostam no avanço da importância dessas pautas, o que forçaria o novo comando, seja ele qual for, a se manter no trilho construído por eles.


O que não tem como reverter são os desinvestimentos. Montezano promoveu a venda de 80 bilhões de reais em participações detidas pelo BNDES em empresas maduras, com destaque para ativos na Vale e na Petrobras. Isso faz parte da estratégia de transformação definida por ele. Com caixa robusto, o BNDES poderá focar na parte da economia que mais precisa de investimentos subsidiados. “Pra que investir numa gigante, se eu posso investir em quem está começando”, questiona o presidente. A meta, agora, é o impacto.


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