Floresta plantada: bom para a Bahia e para o planeta

No dia da árvore não podemos esquecer dela, mãe da sustentabilidade, muitas vezes injustiçada: a floresta plantada. Trata-se de reflorestamento através do plantio, produção, manejo e colheita de culturas que atendam a um plano sustentável. Essa prática é importante nos dias atuais porque recupera espaços degradados, reduzindo os impactos ambientais, através da captura de CO2


Devido às condições climáticas locais e pela disponibilidade de área para plantio, a Bahia possui condições bastante propícias ao desenvolvimento do setor de florestas plantada. A importância do uso sustentável dessa sustentável fonte de madeira legal, renovável e os subprodutos da cadeia produtiva é de extrema relevância para o meio ambiente ecologicamente equilibrado, das presentes e futuras gerações, conforme atesta a ciência. A importância do setor de florestas no Estado da Bahia - assim como no Brasil e no mundo, é inegável e relevante. Segundo dados do IBGE e de outras fontes como Embrap e ABAF, divulgados recentemente, a Bahia é um dos estados que mais produz madeira de florestas plantadas para o fabrico de papel e celulose, com uma produção de milhões de metros cúbicos, correspondente a cerca de um quinto do total produzido no país. O setor florestal responde nacionalmente bilhões em impostos arrecadados, gerando milhões de empregos diretos e indiretos. Na Bahia, estima-se esse número gira em torno de mais de 30 mil vagas.


Esses números são significativos para a economia, o desenvolvimento social e a preservação ambiental e confirma a Bahia como um dos maiores pólos florestais do Brasil e do mundo. Ademais, refletem o potencial baiano o qual está sendo aproveitado pelas empresas de base florestal de forma sustentável e responsável, trazendo investimentos de grande porte para a Bahia, gerando emprego, renda, fornecimento de matéria prima de alta qualidade e preservação do meio ambiente. Hoje o setor é responsável pela proteção de cerca de 500 mil hectares de mata nativa, seja em área de Reserva legal, Proteção Permanente, reservas particulares de proteção natural e outras.


Todo esse potencial se junta a estudos da Embrapa que desmistificam o fator de que a silvicultura seca o solo, em detrimento de outras culturas, os polos tecnológicos, de inovação, técnicos e universitários, atuantes para, a cada dia, aperfeiçoar esta nobre atividade, com o protagonismo internacional do Brasil na seara científica.


Da floresta plantada e suas árvores, além da proteção à vegetação nativa, derivam produtos finais como a celulose em fardos e solúvel, resma de papel, carvão, cavaco de madeira, móveis e artesanato, além de subprodutos, aplicáveis, por exemplo, à produção de energia, biocombustíveis, adubagem e outros, além de novos produtos, como a linga têxtil e de plástico com tecido e embalahens sustentável, e renováveis e mesmo biodegradável. Tudo isso já revoluciona e diminui o impacto nos ecossistemas do consumo de bens essenciais indispensáveis à sadia e digna vida humana.


Desta forma, no dia da árvore, de se festejar as florestas plantadas. Gera emprego e renda, arrecadação, superávit, inova cientifica e tecnologicamente, preserva e desenvolve, social e economicamente. Portanto, floresta plantada é sustentável! Bom para a Bahia, bom para o Brasil e para o planeta.

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